Blazblue: Alter memory review

O anime baseado nos jogos BlazBlue: Calamity Trigger e BlazBlue: Continuum Shift, para Playstation 3Xbox 360PSP e computador, não deixou sua marca. BlazBlue: Alter Memory é um exemplo de como não adaptar um jogo em animação, pois simplesmente é apressada, não tem personagens carismáticos por conta do dos seus poucos episódios e, sobretudo, da sua execução confusa e cheia de falhas que fazem o telespectador perder o interesse de assistir logo em seus primeiros episódios.

Para quem já apreciou os jogos de BlazBlue já percebe logo o quão bagunçado e sem emoção é o começo da animação. BlazBlue: Alter Memory possui uma série de erros e, pessoalmente falando, que são capazes incomodar aqueles que já possuem um entendimento da história e dos personagens.

O jogo em si é ótimo, padrão Arc System Works! Eu até recomendo para você que curte um bom jogo de luta em 2D tradicional, é um jogo que está em ótimo preço atualmente, que tem gráficos lindos e te dá horas de diversão, mesmo sendo de 2010. Contudo, quanto a animação do jogo… Não recomendo nem um pouco.

Não honra o jogo!

Em contraste com um jogo tão bem estruturado tanto em seu combate como na sua história e, sobretudo, em seus gráficos, BlazBlue: Alter Memory peca e peca muito. A animação parece que foi feito às pressas, sem vontade e, principalmente, sem impacto.

O que deveria ser feito? Reaproveitar a história e os personagens! Honrar a história que há no jogo, contar ela bem com uma quantidade maior de episódios, sem ser apenas doze. Os personagens também são outra decepção e, assim como a animação, passam em branco.

Primeiramente, a história é para lá de confusa. Certo, eu admito que BlazBlue tem, originalmente falando, uma história que não é a das melhores de entender e tudo mais, é cheia de detalhes, revelações e ligações entre personagens que você vai descobrindo à medida que vai avançando no modo história do jogo.

Contudo, o jeito de como a história é contada na animação consegue deixar tudo mais confuso! Os personagens são apresentados de maneira impensada e isso afeta muito o desenrolar da trama.

Deixa muito a desejar!

No início, somos apresentados ao principal, isto é, ao vampiro Ragna the Bloodedge que já aparece lutando sem ao menos haver uma introdução do personagem que tem uma concepção e história bem bacana. BlazBlue: Alter Memory já começa com o pé esquerdo, apresentando ao seu público cenas sem embasamento que deixa o telespectador sem saber o que diabos está acontecendo, sem conhecimento do que está se passando.

Até mesmo para aqueles que jogaram o jogo, a história é confusa e te faz ficar perdido com facilidade.

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